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Adultos ( homens e mulheres )

A sociedade contemporânea exige cada vez mais do ser humano no desempenho de seus papéis sociais. O senso de urgência cada vez maior, as pressões no trabalho, as exigências das relações afetivas, o dinamismo das mudanças, as perdas, a baixa tolerância às frustrações, o imediatismo, a velocidade e a quantidade de informações disponíveis diariamente, enfim, todo este arsenal de estímulos provoca cada vez mais reações emocionais, sentimentos, pensamentos e comportamentos disfuncionais que adoecem a pessoa, afetando sua produtividade e sua qualidade de vida.

O apoio psicológico torna-se cada vez mais essencial para a manutenção da saúde mental e o equilíbrio das emoções. Inteligência emocional e alta performance não acontecem sem o cuidado prévio com a saúde psicológica.

O apoio de um psicólogo vai te ajudar a estar bem consigo mesmo.

Para Empresas

Realização de trabalho de consultoria em Saúde Corporativa por meio da avaliação do cenário para identificar a real necessidade da demanda da organização. Implementação e implantação de Programas de Qualidade de Vida nas Empresas, realização de parceria para atendimentos psicológicos individuais e em grupo voltados para o cuidado e a valorização do funcionário em sua integralidade.

Terapias e Tratamentos

Saiba mais sobre a dependência química. MANHÃ DE FORMAÇÃO PARA AS FAMÍLIAS E AGENTES DE PASTORAIS Palestrante – Psicólogo Ivanildo […]

É PRECISO FALAR SOBRE QUEM ASSUME AS RESPONSABILIDADES DA VIDA DE UM USUÁRIO DE DROGAS EM SUA AUSÊNCIA, SEJA POR […]

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Me chamo Ivanildo de Andrade e como psicólogo estou à sua disposição para juntos buscarmos uma melhor qualidade de vida […]

A psicopatologia é o estudo da natureza e das causas das doenças mentais

Segundo a OMS a Dependência Química é uma doença crônica, progressiva e que se não for tratada pode levar a óbito.

Ambiente e traumas passados, histórico familiar, problemas na infância são fatores que podem desencadear a ansiedade

Um bom relacionamento interpessoal, afetivo e familiar é imprescindível para uma vida saudável

Distúrbios no sono, humor, comportamento, cognição, no peso pode caracterizar um quadro de depressão

Preocupação em excesso, angústia, nervosismo, medo, irritação e impaciência são alguns sintomas do estresse

Ivanildo Andrade | Psicólogo

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O que dizem os pacientes

De acordo com pesquisa, uso em excesso de tecnologias seria responsável pela deterioração das relações sociais e um aumento da solidão

De acordo com pesquisa, uso em excesso de tecnologias seria responsável pela deterioração das relações sociais e um aumento da solidão

Nós nunca estivemos tão conectados. As redes sociais podem fortalecer relacionamentos preexistentes e permitir que novas conexões sejam estabelecidas. No entanto, o uso excessivo também pode nos fazer sentir mais sozinhos.

Na Espanha, 92% das pessoas têm um smartphone e o utilizam principalmente para se comunicar por mensagens instantâneas com aplicativos como o WhatsApp. Nós nos comunicamos mais com nossa família e amigos por mensagens instantâneas do que face a face. Na verdade, passamos cada vez mais tempo interagindo com a mídia digital. Apesar disso, uma em cada três pessoas se sente solitária.

A solidão indesejada tem consequências negativas para o bem-estar e a saúde. Quando persistente, pode levar a mudanças negativas em nossos sistemas nervoso, imunológico e cardiovascular. A solidão indesejada pode até aumentar o risco de morte — na mesma proporção que o fumo e mais do que a obesidade e a inatividade física.

Então, o contato cara a cara é melhor que a comunicação virtual?

Um pilar essencial na felicidade são as relações sociais. As pessoas que têm mais interações sociais face a face estão mais satisfeitas e têm um melhor estado de saúde em comparação com aquelas com uma rede social limitada. Por outro lado, a comunicação através de plataformas digitais nos permite nos expressar e construir a comunidade, mas parece ter um efeito negativo no bem-estar das pessoas que não têm uma rede de apoio.

Aplicativos como o WhatsApp nos permitem conectar com qualquer pessoa a qualquer momento. No entanto, a mensagem é mais simples e perdemos as nuances de tom de voz e expressão facial presentes na comunicação face a face, fundamentais para um intercâmbio social adequado. Além disso, parece haver um viés positivista nas comunicações virtuais, nós expomos mais aspectos positivos do que negativos, portanto temos a impressão de que os outros têm uma vida melhor e são mais felizes. Tudo isso pode gerar altos níveis de ansiedade. Experiências negativas em redes sociais, baixa auto-estima ou uma rede de apoio limitada poderiam ser alguns dos fatores que explicariam esses resultados.

Se olharmos para as diferentes faixas etárias, os efeitos das redes sociais parecem ser diferentes. Conectar-se exclusivamente através do Facebook ou usá-lo continuamente poderia criar dependência e diminuir o bem-estar entre os mais jovens.

As pessoas mais velhas também fazem uso frequente dos smartphones. No entanto, nenhuma relação foi encontrada até agora entre o uso de redes sociais e a solidão indesejada neste grupo etário. Como diz a psicóloga da Universidade Stanford, Laura Carstensen, isso pode ser devido ao fato de que as pessoas mudam suas perspectivas temporais à medida que envelhecem. Isso faz com que elas mudem seus objetivos e se tornem mais experientes na gestão de suas emoções, concentrando mais atenção nos aspectos positivos e na qualidade das trocas sociais.

As redes sociais podem ser úteis para reduzir a solidão indesejada?
Intervenções baseadas em plataformas sociais virtuais podem ser uma oportunidade para conectar e superar barreiras de comunicação. Elas também podem reduzir o isolamento e a solidão indesejada que alguns indivíduos sofrem. Este é o caso dos idosos que vivem sozinhos em suas casas e têm apoio limitado. Alguns estudos afirmam que o contato através de redes sociais virtuais parece não estar diminuindo o contato face a face, mas reforçando-o.

Em um artigo recente, Jennifer Chipps e sua equipe de pesquisa revisaram a eficácia de programas baseados em tecnologias digitais para reduzir o isolamento social em pessoas idosas. Muitas dessas intervenções visavam fortalecer os laços sociais preexistentes e aumentar as oportunidades de intercâmbio social. No entanto, os autores apontam que a heterogeneidade das intervenções e a falta de rigor metodológico de alguns programas não permitem conclusões sólidas.

Perdemos a capacidade de desfrutar da solidão?

Vivemos em um mundo hiperconectado e conectividade constante pode diminuir nosso desempenho. Podemos pensar que, à medida que nos aproximamos das vidas dos outros, corremos o risco de nos afastarmos de nós mesmos.

Estar sozinho não implica necessariamente num sentimento negativo e às vezes pode ser necessário ou benéfico. A solidão desejada estimula nossa capacidade de nos conhecer, refletir sobre nosso modo de pensar, sentir e agir. Criatividade também emerge através da solidão desejada. É, em suma, um motor para o crescimento pessoal.

Na última década, houve um aumento no tempo que os adolescentes passam usando telas nos Estados Unidos. O uso desses dispositivos diminuiu o tempo anteriormente ocupado por outras atividades, como a leitura, a participação em atividades religiosas e até o sono. Atividades que poderiam facilitar em maior medida ter um espaço para refletir, dedicar tempo a si mesmo e desfrutar da solidão.

Mas ainda são necessárias mais pesquisas para saber até que ponto as redes sociais são uma barreira para aproveitar a solidão desejada, quem são as pessoas mais afetadas por esse fenômeno e o que podemos fazer para achar momentos para nos encontrarmos. Tudo indica que controlar nossa conectividade e poder e saber desconectar-se em certos momentos pode ser uma estratégia poderosa para se beneficiar de certas doses de solidão.

O uso excessivo ou inadequado de redes sociais está relacionado à solidão indesejada, mas não é a principal causa disso. Outros aspectos, como o individualismo, o anonimato das grandes cidades ou a tendência a viver em lares com uma única pessoa, podem contribuir para uma maior solidão indesejada.

As plataformas digitais podem funcionar como ferramentas eficazes para o intercâmbio social construtivo, mas também podem tornar mais difícil encontrar momentos para estar realmente sozinhos. Limitar o tempo de uso e priorizar a interação face a face com a conexão virtual pode levar a uma melhora significativa no bem-estar.

Fonte: Galileu

As redes sociais aumentam a nossa solidão?

Como são detectados os gestos que parecem carinhosos, mas que não nascem do respeito, para evitar que acabem em violência de gênero

Uma jovem se apaixona por um garoto um pouco mais velho do que ela. Em um primeiro momento, tudo é emoção e paixão. Ela está encantada porque ele a busca com seu carrão na porta do colégio, onde todos seus amigos podem vê-la. E como esse, muitos outros gestos dignos de uma relação adolescente. Um dia, ele a leva às compras e então acontece: um gesto marca a diferença entre uma relação baseada no respeito e uma relação em que uma das duas pessoas quer controlar a outra, a base da violência de gênero. Quando ela escolhe uma camiseta da qual gosta, ele a recrimina e a adverte: “Se eu vou te dar a roupa de presente, sou eu que vou escolhê-la”. Ela volta e devolve a peça.

Essa história pode representar o começo de um grave problema presente na vida de muitas mulheres: os maus-tratos, cujos primeiros sintomas são difíceis de se perceber e que cresce nas relações de jovens (as denúncias por maus-tratos, abusos e agressões sexuais aumentaram 25%, de acordo com o EL PAÍS). Para alertar sobre o problema, também é a história contada nas oficinas feitas com adolescentes por Laura Viñuela, consultora de gênero, especialista em igualdade, educação feminista e prevenção da violência de gênero na adolescência.

Um simples olhar e um breve comentário podem significar algo além de um gesto de carinho como pode ser surpreender a pessoa da relação com uma atitude controladora. É a linha tênue que separa o que conhecemos como um “cavalheiro” de um controlador. O primeiro cuida e é detalhista na relação, seguindo normas estabelecidas pelos dois membros do casal, enquanto o segundo o faz com normas estabelecidas somente por ele. O limite está em respeitar a liberdade que a outra pessoa tem para levar uma vida independente.

Assim, retomando a ideia inicial, a socióloga Carmen Ruiz Repullo diz que “a violência de gênero não é só agredir. Costuma começar com outro tipo de atitudes que – a priori e principalmente sob o ponto de vista dos jovens – parecem menos graves, como o controle da roupa, das amizades e das redes sociais e aumenta até chegar à agressão física”.

Cavalheiro, um conceito que mudou com o tempo

A história contada pela consultora de gênero lembra uma das cenas mais famosas do cinema romântico, aquela de Uma Linda Mulher em que uma prostituta compra roupas com o American Express de seu milionário cliente. Sim, mesmo que pareça mentira, vinte anos atrás ver Julia Roberts escolhendo a roupa que Richard Gere gostava era considerado romântico, mas aquela galanteria é algo que hoje em dia seria inconcebível entender como uma atitude realmente desinteressada e generosa.

Por que depois de duas décadas mudamos de opinião sobre esse filme e o que antes amolecia nosso coração hoje nos incomoda? Laura Viñuela esclarece que “é porque todos temos na cabeça uma ideia do amor romântico que, mais do que uma realidade, tem a ver com uma convenção, uma maneira de viver as relações que damos por certa. Mas na realidade é algo determinado pela história, por um discurso que surge em determinada época e local, e que se apoia na literatura, na arte, na filosofia e, já nesse século, na cultura audiovisual, como o exemplo de Uma Linda Mulher”.

Por isso é tão importante colocar esse ideal que temos do amor dentro de uma perspectiva histórica e geográfica, e entender como o que interiorizamos e aprendemos irá nos afetar na maneira como precisamos entender nossas relações. “Uma vez que a visualizamos precisamos entender como nos influencia e nos condiciona a ideia que temos do amor e das relações. São mitos e ideais que interiorizamos e que vão configurando um modelo em nosso cérebro do que deve ser o normal, um modelo que nos diz como deveria ser a relação romântica perfeita, até mesmo antes de a vivenciarmos”, diz Viñuela.
É possível mudar o que se aprendeu

O primeiro passo para entender que esse modelo existe e nos condiciona é “sermos capazes de compreender que quando ao longo da vida encontrarmos situações que nos desconcertam (por exemplo, deixar de gostar de uma pessoa e, mesmo sendo infelizes, somos incapazes de deixar a relação), precisamos entender que nossos verdadeiros sentimentos estão se chocando com a ideia pré-estabelecida do que deve ser”, afirma Viñuela.

O fato de que se trata de algo aprendido, não quer dizer que não podemos mudá-lo e, para isso, “a negociação é fundamental. Entender que em todo romance é preciso negociar com quem irá estabelecer essa relação: em quais termos irá funcionar melhor, as expectativas, o que queremos fazer, o que podemos ou não dividir, etc. e não deixar de fazê-lo com o passar do tempo, porque o amor vai mudando e nem sempre funcionam as mesmas coisas que davam certo no começo”, diz a especialista. E se eventualmente não funcionar mais, “tudo bem, a vida é longa e iremos conhecer muita gente. Não precisamos transformar o amor em uma prisão”.

Os pequenos detalhes que incomodam

O cadeado, justamente, é um símbolo muito popular, mas equivocado do que é o amor. “É uma imagem dura, de bloqueio. De garantir e prender o amor. E ainda mais quando a chave é jogada no rio com nossos nomes. Por que utilizamos esses imaginários que têm a ver com mitos como renúncia, posse? Afinal é o que aprendemos quando somos jovens, o que vemos na cultura popular e herdamos da família. São mitos muito poderosos, porque se não se cumprem, as pessoas assumem que a pessoa ou a relação falharam, e não o mito”, afirma Viñuela.

Outra grande diferença que precisamos fazer é o “ligo para você para saber se está bem ou ligo para saber onde você está”. Perceber nem sempre é simples, mas sempre há um limite que não deve ser atravessado: é preciso respeitar a liberdade da outra pessoa para ter uma vida independente, algo que na adolescência é difícil pelo medo de ser trocado. “É verdade que existem casais em que as comunicações constantes são necessárias e está tudo bem porque os dois estabelecem isso, e outros, pelo contrário, não precisam se falar todos os dias, e também está tudo bem. Eu sempre digo aos jovens que escutem seu corpo, e se perceberem que estão ficando angustiados, com ansiedade, repúdio e qualquer outro tipo de somatização, falem. Explicar ao outro que você precisa sair com seus amigos, que quer um tempo seu. Se a outra pessoa não aceitar, é um problema”, diz Viñuela.

Um teste infalível é o NO TEST (teste não), uma ideia elaborada pelo psicólogo australiano especialista em violência de gênero Rob Andrews quando falava com uma amiga que achava que sempre tinha azar com os homens e se perguntava por que demorava tanto em ver a verdadeira personalidade de seus relacionamentos controladores, comentavam como o último namorado havia se enfurecido quando ela cancelou um encontro de última hora por não se sentir bem. Rob perguntou a ela: era a primeira vez que lhe dizia que não iria? Ela empalideceu. Sim, nunca o contrariou, nunca havia lhe dito “não” como resposta. Aquela foi a primeira vez. Esse teste serve para ver qual é a reação da outra pessoa quando recebe uma negativa pela primeira vez. Sua resposta dará as indicações de até que ponto a relação se baseará no respeito.

FONTE: EL PAÍS

Cavalheiro ou controlador? Quando o cadeado do amor significa posse e maus-tratos

Me chamo Ivanildo de Andrade e como psicólogo estou à sua disposição para juntos buscarmos uma melhor qualidade de vida para você.

Que tal permitir mais gentileza e generosidade consigo mesmo (a)?

Aprenda a superar os seus medos e assim alcançar seus sonhos, realizar seus desejos e tornar-se uma pessoa mais confiante em si mesma. Sim, isso é perfeitamente possível.
O problema da grande maioria dos pacientes que atendo é que são levados a acreditar que devem fazer isso sozinhos, mas não é verdade, podemos e devemos buscar apoio e construir este processo de autoconfiança. Não se sinta só, venha conversar sobre suas questões com alguém que vai se colocar como um ouvinte e lhe trazer àquilo que você busca e não encontra facilmente: compreensão.

Vamos vencer as dificuldades que estão lhe impedindo de ser melhor a cada dia. No processo terapêutico você poderá experimentar o que pode estar faltando para se sentir melhor: confiança, segurança, apoio, afeto, acolhimento, valorização, esperança, alegria, carinho, cumplicidade, orientação, e assim conseguir um outro olhar, uma nova perspectiva sobre sua vida e seus problemas com o objetivo de acreditar que você tem VALOR, QUALIDADES E QUE MERECE VIVER BEM.

Saiba que você pode ser e/ou estar melhor do que hoje, e assim vai experimentar as mudanças internas necessárias para se perceber capaz de enfrentar as dificuldades da vida e as encarar com mais confiança em si mesmo (a), tenho certeza disto.

Faça a experiência deste encontro com suas potencialidades, muitas vezes aprisionadas no cárcere dos pensamentos negativos que consomem a energia vital que poderia ser utilizada por você de forma muito mais produtiva e realizadora.

VOCÊ NASCEU PARA BRILHAR. VAMOS ACENDER ESTA LUZ.

Abaixo segue uma síntese do meu perfil profissional:

• Minha forma de atuação engloba a integralidade do ser humano: visão biopsicossocial e espiritual
• Atuo com a abordagem psicanalítica também
• Curso Superior de Psicologia
• Atuo como Psicólogo Clínico (CRP: 06/96867) com experiência no atendimento de pacientes jovens e adultos (homens e mulheres)
• Aperfeiçoamento em Psicopatologias Psicanalíticas
• Especialista em Saúde Pública
• Especialista em Dependência Química
• Psicólogo do Núcleo de Apoio a Saúde da Família pela APS Santa Marcelina
• Atendimento em Grupos Terapêuticos
• Aprimoramento em Dependência Química pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
• Aconselhamento em Dependência Química pela UNIAD – Unifesp (Universidade Federal de São Paulo)
• Preceptor da Residência Multiprofissional (2012-2014) da APS Santa Marcelina

Aguardo seu contato!!!

Ivanildo de Andrade
Psicólogo
CRP: 06/96867
(11) 98345-9854 (Whatsapp também)
ivanildodeandrade@gmail.com

Endereço:
Rua Vergueiro, 1353, cj. 308
Bairro do Paraíso – São Paulo/SP

 

Olá, Que bom que me encontrou! Vamos vencer as dificuldades juntos!

“Um profissional responsável, dedicado com seus pacientes e parceiros. Recomendo!”

Debora Cristina Esperanca

“Difunde a verdade e a realidade que muitos escondem. Uma benção para a população necessitada e para a mídia, que infelizmente se rende à politica e não pesquisa o que acontece nas nossas cidades. Ivanildo rema contra a maré da mídia fácil, “chapa branca” e ajuda de verdade quem necessita.

Carlos Eduardo Kerbeg Zacharias

“A atuação de um profissional especializado é todo um diferencial no sucesso do tratamento,tanto na vida do indivíduo como também da família que está enfrentando dificuldades seja com comportamentos inadequados ou abuso de substâncias. Estar envolvido na melhoria da sociedade como um todo, mostra o seu comprometimento com a saúde integral do indivíduo e da sociedade.”

Roberta Lima

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